Encontros em Sampa – Ah meu Fusca

(meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear/São Paulo 21 graus) Tem algumas coisas que não importam muito, indiferente de onde eu estiver Fuscas, Brasílias e Kombis, serão Fuscas, Brasílias e Kombis. Sendo assim reparo em tudo que vejo pela rua. Como uma Brasa Azul perto da casa da mãe da Vívian. Azul calcinha. Foto abaixo.

Triste é saber que nenhum dos carros na volta dela chegarão aos 40 anos de idade rodando. Muito menos colorindo a cidade.

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Nessa vida de Agility, tem um cara com quem eu me dou muito bem, pela quantidade de afinidades que temos. Primeiro o já citado esporte canino, depois a música, que veio antes para nós dois, mas descobrimos apenas depois e terceiro e agora os carros antigos.

Quinta-feira fomos até um encontro que ocorre, lá pras bandas do Aeroporto de Sampa, a Quinta Antiga. Poucos carros, último encontro de 2018, entre Natal e Ano Novo, não poderia ser diferente, mas é aquele espírito de quem tem carro antigo, diferente do Agility, mais parecido com a Música. Ainda que nos 3 eu encontre paralelos interessantes, eu creio que o esporte é o que tem o ambiente mais viciado, por incrível que possa parecer, acredito eu até pelo pouco de gente que participa.

Abaixo, Ô ou Á, não sei, Joaninha. Do Renato. Muito massa o carro. 1968.

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Se você tem um cachorro, você tem um cachorro e ponto. Se você toca um instrumento, pode ser que tenha algo em comum com alguém, não é certo, são muitos estilos. Se você tem um Fusca, você tem um Fusca e um monte de gente que teve, que tem, que lembra do carro do pai, que aprendeu a dirigir em um, que quer ter, que quer comprar uma Kombi pra acampar… é totalmente diferente.

Talvez seja eu, talvez seja simplesmente o ambiente.

Valeu Dani, segundo encontro de antigos que a gente vai heim? Brigado por apresentar a galera e espero na próxima ter um Aircooled pra ter o que fazer, hehehe.

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