Dustixa – os velhos me deixaram mais calmo

20200103coca

(Mas hoje eu vejo que tanto tempo me deixou muito mais calmo/São Paulo 22 graus) Garoando aqui em Sampa City, novidade zero. Depois de uma sequencia de dias quentes e abafados que não chegam nem perto do calor amazônico da Grande Porto Alegre, uma chuvinha é sempre boa.

Começamos o ano com o carro estragado aqui. Dia 31 eu fui sair com o Théo e notei uma pequena quantidade de líquido, que eu viria a constatar que era fluído de arrefecimento, a famosa “água do radiador”. Por um acaso eu havia levado o carro na concessionária da Renault para trocar.

vejam bem, levei em uma oficina autorizada para não ter problema e é lá que o problema ocorre. Não é a primeira vez, mas ok. Segue a vida. Vi que era pouco líquido e que ainda tinha bastante no reservatório. Fui tentar ligar pra primeiro ver se o carro tinha condições de rodar. Não ligou.

A primeira coisa que eu penso, por ter carros velhos pra cuidar, quando um não liga é “acabou a bateria”. Eu estava certo, na hora eu não sabia direito, porém os sintomas como o famoso NHÓ e o rádio pedindo código, me levaram a crer que era bateria.

Liguei pras concessionárias aqui de Sampa, perto de onde estou, e nenhuma funcionava dia 31 na parte de serviços. Ok. paciência. Em outras épocas eu me descabelaria por isso. No entanto eu sei hoje como lidar com carros velhos, e um carro mais novo não passa de um carro envelhecendo. É praticamente igual.

Agora, parabéns para as duas revendas Renault aqui de Sampa em que estivemos. A primeira a RPoint da Braz Leme, que resolveu o problema do vazamento e que nos indicou outra, a Amazonas Santana, para passar o scanner, visto que o desligamento da bateria causou diversos erros. Nenhum deles significava nada.

Tudo 100% com o carro.

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