(tô me guardando pra quando o carnaval chegar/Gravataí 30 graus)
Tá quente, mas sinceramente já esteve mais. É difícil acreditar que peçam pelo nosso planeta, para que seja salvo, quando simples e puramente continuam cortando árvores para trocar o verde que troca temperatura e converte co2 em oxigênio, pelo cinza e preto do concreto e asfalto e apenas retém o calor. A indústria se apegou nos carros versus eletricidade justificando isso apenas como salvação, quando na verdade é apenas uma forma simples de culpar alguém.

Trocamos um hectare de terra com verde, natureza, uma infinidade de seres vivos, por 30 casas de 300 metros quadrados, cheias de concreto, incapazes de dissipar calor apenas reter, com cinco aparelhos de ar condicionado, “movidos” por placas solares que nos vendem apenas para poupar luz.
Nem jogar o lixo no lugar certo a gente consegue.
É assim que começa a Fórmula 1 2026, com carros que tem a missão de ser menos “carbonizados” onde 50% da energia vem de baterias e outros 50% vem do motor a combustão movido por gasolina sintética (sem uso de derivados de petróleo) e com uma porcentagem de combustível oxigenado, como o etanol que tão bem conhecemos. Isso vai salvar o mundo? Bem capaz como dizem aqui no Rio Grande do Sul, todavia fica bonito nos textos que as equipes divulgam. Eles que a vida toda se prevaleceram da energia fácil e rápida vinda do petróleo e que hoje tem ligações com grandes fabricantes de carros, querem ficar bem na fita e zerar a emissão de carbono até 2030.

2026 teremos 11 equipes, depois de muitos anos apenas com 10, foi a vez da gigante americana General Motors entrar na F1 com a marca Cadillac. Bóra lá então.
